ALECRIM, A ERVA DO BEM ESTAR

17 de janeiro de 2015


  • TENHA UM  PÉ DE ALECRIM NO SEU JARDIM OU VASO
  • Quando tudo parecer monótono e difícil e o seu coração ficar triste, vá ao seu jardim, colha alecrim. Escolha uma xícara linda e prepare um chá com esta erva.
  • Você vai sentir uma sensação de bem-estar e alegria  se espalhando pelo corpo e sentir a sensação de enorme felicidade.
  • O Alecrim - ROSMARINOS OFFICIANALIS - planta nativa da região mediterrânea - foi muito apreciada na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a 'Água da Rainha da Hungria', famosa solução rejuvenecedora.
  • Elizabeth da Hungria recebeu aos 72 anos a receita de um anjo (um monge?) quando estava paralítica e sofria de gota.
  • Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria.
  • O Rei da Polônia chegou a pedi-la em casamento!
  • Madame de Sévigné recomendava água de Alecrim contra tristeza, para recuperar a alegria.
  • Rudolf Steiner afirmava que o Alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo.
  • Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, todo o corpo.
  • Por isso é recomendado contra anemia, menstruação, insuficiência e problemas de irrigação sanguínea.
  • Também atua no fígado e uma melhor irrigação dos órgãos e estimula o metabolismo.
  • Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão divina que o tornou capaz de livrar-se do vício: Foi-lhe indicado  que tomasse chá de Alecrim para se regenerar e limpar as células do corpo, pois o Alecrim continha todas as cores do arco-iris.
  • O Alecrim é digestivo e sudorífero.
  • Ajuda a assimulação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intelectual.
  • É recomendado para queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para cura de resfriados e bonquites, para cansaço mental e estafa e, ainda, para perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.
  • Existe uma graciosa lenda a respeito do Alecrim: Quando Maria fugiu do Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O Lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados. O Lírio abriu seu cálice. O Alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino.
  • Cansada, Maria parou à beira do rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas.
  • Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las.
  • 'O Lírio quebrará sob o peso, e o Lilás é alto demais'.
  • Colocou-as então sobre o Alecrim e ele suspirou de alegria, agradecendo de coração a nova oportunidade e as sustentou ao sol durante toda a manhã.
  • - Obrigada gentil Alecrim! - disse Maria. - Daqui por diante, ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentam as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos. Eu abençôo, folhas, caule e flor que a partir desse instânte terão aroma de santidade e emanarão alegria. ' ... e assim foi!          

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